segunda-feira, abril 07, 2008

O caderno do pão e das raízes que consomes

Plantava bem pouco
colhendo
ainda menos

Sorria

o vinho era
farto
o suficiente

Faltava-lhe a arte
às vezes

amanhecia na mesa
que
lhe ensinaram o
ofício:

desenhar
o seu pão


*Alexandre Gomes Vilas Boas




*todos os direitos reservados

2 comentários:

mary disse...

A verdade do poema
é a verdade do poeta
só a verdade
liberta

Alexandre G.Vilas Boas disse...

Eita!
Até rimou!
rs
Obrigadão!